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sábado, 3 de novembro de 2012
Cinthya Verri no Polêmica Rádio Gaúcha [02/11/2012]
Convidados do Polêmica desta sexta-feira, 02/11, sobre a proposta de exigência de atestado médico para modelos: Médica psicoterapeuta, artista plástica, cantora, Cinthya Verri; Ex-modelo, produtora de desfiles e palestrante de moda, Madeleine Muller; Deputado federal (PDT) Enio Bacci; Médico nutrólogo Carlos Alberto Verutski; o apresentadors, Lauro Quadros.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Jornal do Almoço [12.06.12]
No Jornal do Almoço do dia dos namorados, confira a participação de Cinthya Verri e Fabrício Carpinejar.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Jornal do Almoço
Eu e Carpinejar, somos quem podemos ser. E queremos discutir as relações a partir de nós.
Como todo casal alucinado pela verdade, montamos um consultório a céu aberto em Porto Alegre.
Humor é ternura. Confira nossas traquinagens emocionais e intelectuais, prévia do que faremos por escrito todo domingo em Zero Hora, na página 06 do Caderno Donna.
Como todo casal alucinado pela verdade, montamos um consultório a céu aberto em Porto Alegre.
Humor é ternura. Confira nossas traquinagens emocionais e intelectuais, prévia do que faremos por escrito todo domingo em Zero Hora, na página 06 do Caderno Donna.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Constantina no Tribuna do Norte
Por Yuno Silva - repórter
Link: http://tribunadonorte.com.br/noticia/o-que-resta-a-um-homem-feio-senao-a-irreverencia/220994
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| Capa do caderno Viver Jornal Tribuna do Norte Natal (RN), 25/05/2012 |
"O QUE RESTA A UM HOMEM FEIO SENÃO A IRREVERÊNCIA?"
Nem só de poesia e humor se cerca o gaúcho Fabrício Carpinejar. Em Natal, para mais uma divertida conversa no Ação Potiguar de Leitura, ele estará ao lado da mulher Cínthya Verri, que lança Constantina. Descrito pelo próprio como "romântico corrigido e um homem do lar sem nenhum constrangimento", o gaúcho Fabrício Carpinejar é uma das figuras mais emblemáticas do cenário literário atual. Comunicador polivalente e escritor inveterado, Carpinejar já foi apontado como uma das pessoas mais influentes da internet brasileira e suas frases espirituosas, retransmitidas compulsivamente por seus quase 149 mil seguidores no Twitter, inspiram homens e mulheres e apontam para o lado mais divertido da literatura.
LIVRO NOVO NA FLIP
Esse perfil pop do autor, que tem carisma e sabe conduzir plateias independente da faixa etária, cai como uma luva para encerrar a segunda edição do projeto Ação Potiguar de Incentivo à Leitura, iniciativa dos Jovens Escribas que movimenta estudantes natalenses do ensino médio e fundamental desde o início da semana. Hoje à tarde, Fabrício e o jovem escriba Patrício Jr conversam com alunos da Escola Municipal 4º Centenário, e às 19h participa do "Lançamentão" promovido na livraria Nobel Salgado Filho. Carpinejar só lança um novo título em julho ("Ai meu Deus, ai meu Jesus"), o 18º da carreira, durante a Feira Literária Internacional de Paraty - Flip, mas aproveita a passagem por Natal para chancelar o livro de estreia da esposa, a médica Cínthya Verri, chamado "Constantina". Ele falou sobre seu retorno ao RN (em 2011 participou de duas etapas do Circuito Potiguar do, em Caicó e Natal), sobre o encontro com os estudantes e adiantou o perfil do livro de poemas de Cínthya. "Não tem nada de cozinha. A Cínthya só vai na cozinha pra pegar a faca. Gosto muito do andamento dos poemas dela pois são bem episódicos, são concentrados, densos, e ela refaz a infância dela", disse.
MEDOS INFANTIS E MENTIRAS ADULTAS
A médica Cínthya Verri estreia oficialmente, em meios impressos, sua veia poética com o livro "Constantina" (Selo Edith, R$ 25), onde reproduz em versos o que ela "não" sonhou ser quando era criança. Em 80 páginas, a autora retrata sua infância, disseca seus traumas e dá pistas de como enfrentou seus fantasmas na primeira fase da vida. Dividida em três capítulos (Destino, Fatalidade e Acaso), a obra é marcada por versos pungentes, curtos e densos, e expõe, entre outras coisas, os excessos conservadores da educação que sofriam as meninas no interior do RS. A exemplo de um diário secreto, Cínthya ajunta o terrível encontro entre os medos infantis e as mentiras adultas; e através de "Constantina", responde censuras com ironia e combate o machismo que perdoa qualquer agressão física. Sua visão de mundo, entre o cômico e o trágico, e a ingenuidade do olhar infantil, servem para ampliar o choque do leitor.
Além de "Constantina", o "Lançamentão" ainda reúne outros 10 autores para uma noite de autógrafos coletiva - entre eles a poeta Sinhá, que relança "Devolva meu lado de dentro".
BATE-PAPO/FABRÍCIO CARPINEJAR, poeta De volta a Natal? Sempre né! Depois da quinta passagem já é um vício. Sempre difícil separar trabalho do lazer. [risos] A proposta do evento é incentivar a leitura, mostrar que a literatura também é um programa legal. O que você planejou? Evidente que tem bastante improviso, acredito que a sinfônia poética ela é feito do repente, do relâmpago, do ruído; mas primeiro é necessário tirar o estigma da leitura como solitário, confinado, fruto da quarentena. Parece que precisa estar doente para ler. Pessoas sadias com tempo bom vão para o parque, para a praia, pro bar. Tem que desidratar essa ideia um tanto absurda da literatura como se fosse um castigo. Ler, ler, ler é convívio. Este ano você está na programação da Flip, em Parati (RJ). É diferente o formato do tipo de conversa travada com o público? Lembro que suas apresentações são palestras-show, descontraídas e bem humoradas. Há uma mudança na abordagem de acordo com o perfil da plateia? É estranho: o que resta a um homem feio como eu se não ser irreverente? Isso não é um destino, é uma fatalidade. Eu não tenho como ser sério. Eu posso ser denso dentro da minha graça, dentro da minha leveza. O pássaro precisa exercitar muito as asas até encontrar o espaço para poder planar. Então há todo um trabalho do riso que é desmerecido. Para fazer o público rir, o escritor tem muito mais trabalho que fazer chorar. As pessoas se confessam mais no riso do que no choro, e a poesia, a literatura tem esse giro. Então tanto faz se esteja falando com alunos aí em Natal ou na Flip, não vou mudar minha disposição circense no sentido de vestir a fala. A risada é uma espécie de sapateado. Como é bom ficar delirando, né?! Em outubro do ano passado, durante a Feira de Livros e Quadrinhos de Natal , você estava divulgando "Borralheiro". Algum novo projeto engatilhado? Estarei levando para a Flip, em julho próximo, o livro "Ai meu Deus, ai meu Jesus", minha crônica de amor e sexo. Toda sugestão é pornográfica. [risos] E sobre o livro "Constantina", de Cínthya Verri, sua esposa, alguma coisa a dizer ou é antiético comentar? Como...? Antiético. É isso mesmo, totalmente antiético [risos] Bonito! Desfaz muito daquela anatomia do poema feminino. É um poema cruel. Estou com o livro aqui e percebo que não tem nada de arrumadinho, floridinho... Nããão. Não tem nada de cozinha. A Cínthya só vai na cozinha pra pegar a faca. [risos] Gosto muito do andamento dos poemas dela pois são bem episódicos, são concentrados, densos, e ela refaz a infância dela. Mas não aquela infância do deslumbramento, que todo poeta gosta de se apegar e festejar. 'Ó saudade da infância...' Não é a infância bonita e sim o estranhamento dela. O trecho do texto de divulgação diz o seguinte: "Cínthya investiga a origem das farsas familiares, da necessidade de fingir felicidade mais do que ser feliz". Exato. Essa obrigação da aparência. Dentro da família você tem que seguir um ritmo que pode não ser o teu! Tu é estrangeiro no almoço, na janta, nos hábitos. Imagine se pudéssemos poder escolher nossa aparência?
Link: http://tribunadonorte.com.br/noticia/o-que-resta-a-um-homem-feio-senao-a-irreverencia/220994
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Constantina no Jornal do Comércio
Ficou com vontade de ler Constantina?
Pede em http://visiteedith.com
Pede na Livraria Cultura
ou compra o e-book: http://www.gatosabido.com.br/ebook-download/160325/cinthya-verri-constantina.html
Curte a página no FB: http://facebook.com/constantinaolivro
e acompanhe as novidades e os próximos lançamentos.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Constantina no Jornal do Comércio
Ficou com vontade de ler Constantina?
Pede em http://visiteedith.com
Pede na Livraria Cultura
ou compra o e-book: http://www.gatosabido.com.br/ebook-download/160325/cinthya-verri-constantina.html
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e acompanhe as novidades e os próximos lançamentos.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Constantina no Estado de Minas
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| Esta é a cópia da página. |
POESIA »Medos, mentiras e verdades
André di Bernardi Batista Mendes
Publicação: 19/05/2012 04:00
| Mostrando maturidade e competência, Cínthya Verri lança seu primeiro livro, Constantina |
A gaúcha Cínthya Verri lança hoje, às 11h, na livraria Scriptum, o livro Constantina (Editora Edith, 80 páginas, R$ 25). Com essa bela e promissora estreia na literatura, a poeta retrata sua infância no município onde nasceu, 355 quilômetros ao Norte de Porto Alegre. Ela explica, por meio da poesia: “Nasci em Constantina/ meus pais me registraram na capital/ até meu nascimento foi uma mentira”.
Constantina torna-se, assim, uma espécie de Macondo, com seus mistérios, suas curvas, suas sombras, suas sobras. Dividido em três partes (“Destino”, “Fatalidade” e “Acaso”), Constantina é marcado por versos maduros, pungentes, curtos, sempre na medida. Como quem canta uma canção para espantar o medo, Cínthya encara, armada de palavras, o que pode haver de amargo na palavra terrível, mas sem exageros, sem excessos desnecessários. Ela meio que revisita seus medos infantis para melhor perceber as tantas mentiras adultas.
Cínthya tem um olhar insistente. Ela retira, como quem pega emprestado, o que pode haver de cômico e trágico e simplesmente transforma: “Meu desespero não é preto e branco, é colorido”. Poeta nasce poeta. Desde sempre, desde os primórdios, parece que a poesia marcou de forma profunda a vida, os momentos da autora: “Minha ama-seca/ esfriava o leite noturno/ eu mentia/ ainda está quente/ ainda está quente/ só para vê-la jogar a brancura/ de uma xícara a outra/ sem derramar sequer uma gota”. Assim é a poesia de Cínthya Verri: branca quando tem de ser branca, preta quando é de noite, azul quando tem de ser.
Cínthya não aceita fingimentos. Família, farsas, felicidades, tudo é turbilhão. Escrever um poema é finalmente chegar. “Só é tarde para os outros.” Para o poeta, tempo é sinônimo de caos, de alegria. O tempo, para Cínthya, corre amorosamente para dentro, num turbilhão feito de coisas vivas. Por isso tanta memória. Não tem a dureza, a poesia de Cínthya prefere, apesar do cinza, do tempo que pode ser temporal, a beleza, a essência do aço em flor.
Cínthya prefere – é isso, na maioria das vezes, é muito bom – a concisão para explorar o máximo que sobra, que explode de cada situação, de cada coisa que pulsa. A poeta reduz para melhor atingir, para tocar com mãos de gente o essencial. Que pode ser fogo, que pode ser água. A poesia de Cínthya é bonita, pois vem do trovão e é feita de flashes. Quase todos os poemas são carregados de uma luminosidade que atinge o simples, que chega a ser suficiente.
Se ela se desdobra para mostrar uma visão um tanto sombria do mundo, também é verdade que a poeta gaúcha não deixa de lado o essencial para a feitura do bolo, do poema. Cínthya, com ternura, é cheia de zelo, gosta de silêncios que, aos poucos, vão se transformando, pura alquimia, para ganhar cores e nomes. Raivas, nostalgias, melancolia, fracassos, diferenças. Não são apenas palavras. Tudo é o que parece ser, quando entra a faca do verso, que amplia o choque, que não coagula alma e sentimento.
Os poemas de Constantina têm algo de sol e lua, têm algo de terra que suja a face. Cínthya adianta para o novo o seu processo de lucidez e o faz de forma lúdica, fato que empresta aos poemas frescor e qualidade. Se a poeta respeita a página em branco, também pode ser verdade que ela retira, apesar de todas as sombras acima citadas, qualquer peso que porventura se sobreponha ao ato de escrever.
“Jogo no fogo/ a ver o que sobra/ o que fica sou eu.” Certas coisas são incomunicáveis: “Não entrego/ minha solidão/ nem a mim mesma”. Maior que o feio, existem beijos inesquecíveis. Os poemas de Constantina carregam densidades, mas trazem neste balaio estranho asas e ares de pura leveza, apesar da dureza, do cimento que insiste em versos como estes: “Me descalço de graça/ preciso sangrar os pés/ finos e magros/ vejo as vidraças da pele/ eu me desfaço a pedradas/ entre as veias”.
Não é preciso dizer mais. Cínthya, dentro do rude, contra malefícios, mentiras, murros, parece que insiste e prefere a suavidade. Sensível, bela, ela sacou que “só a música me enxerga”. Partida, abrindo-se à força, sempre partindo, indo para outras estações, a poeta vai de encontro aos contrários da vida. “As palavras não doem/ mais do que um soco.” Mas a vida dá voltas e voltas. De boba, Cínthya não tem nada: “Planejo mirabolâncias sangrentas”. A poeta, se não despreza, contenta-se: “Só me reconheço/ com pouco”.
CONSTANTINA
Lançamento do livro de Cínthya Verri, hoje, às 11h, na Livraria e Editora Scriptum (Rua Fernandes Tourinho, 99, Savassi).
Informações: (31) 3223-1789.
Lançamento do livro de Cínthya Verri, hoje, às 11h, na Livraria e Editora Scriptum (Rua Fernandes Tourinho, 99, Savassi).
Informações: (31) 3223-1789.
SAIBA MAIS
Talentos plurais
Natural de Constantina e radicada em Porto Alegre, Cínthya Verri, de 31 anos, é médica e mantém um quadro semanal chamado “Quase perfeito” na Rádio Gaúcha, além de colaborar com crônicas nas rádios Ipanema e Elétrica. Compositora, cantora, desenhista, blogueira, prepara um especial de músicas homenageando o artista francês Serge Gainsbourg.
Constantina no Estado de Minas
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| Esta é a cópia da página. |
POESIA »Medos, mentiras e verdades
André di Bernardi Batista Mendes
Publicação: 19/05/2012 04:00
| Mostrando maturidade e competência, Cínthya Verri lança seu primeiro livro, Constantina |
A gaúcha Cínthya Verri lança hoje, às 11h, na livraria Scriptum, o livro Constantina (Editora Edith, 80 páginas, R$ 25). Com essa bela e promissora estreia na literatura, a poeta retrata sua infância no município onde nasceu, 355 quilômetros ao Norte de Porto Alegre. Ela explica, por meio da poesia: “Nasci em Constantina/ meus pais me registraram na capital/ até meu nascimento foi uma mentira”.
Constantina torna-se, assim, uma espécie de Macondo, com seus mistérios, suas curvas, suas sombras, suas sobras. Dividido em três partes (“Destino”, “Fatalidade” e “Acaso”), Constantina é marcado por versos maduros, pungentes, curtos, sempre na medida. Como quem canta uma canção para espantar o medo, Cínthya encara, armada de palavras, o que pode haver de amargo na palavra terrível, mas sem exageros, sem excessos desnecessários. Ela meio que revisita seus medos infantis para melhor perceber as tantas mentiras adultas.
Cínthya tem um olhar insistente. Ela retira, como quem pega emprestado, o que pode haver de cômico e trágico e simplesmente transforma: “Meu desespero não é preto e branco, é colorido”. Poeta nasce poeta. Desde sempre, desde os primórdios, parece que a poesia marcou de forma profunda a vida, os momentos da autora: “Minha ama-seca/ esfriava o leite noturno/ eu mentia/ ainda está quente/ ainda está quente/ só para vê-la jogar a brancura/ de uma xícara a outra/ sem derramar sequer uma gota”. Assim é a poesia de Cínthya Verri: branca quando tem de ser branca, preta quando é de noite, azul quando tem de ser.
Cínthya não aceita fingimentos. Família, farsas, felicidades, tudo é turbilhão. Escrever um poema é finalmente chegar. “Só é tarde para os outros.” Para o poeta, tempo é sinônimo de caos, de alegria. O tempo, para Cínthya, corre amorosamente para dentro, num turbilhão feito de coisas vivas. Por isso tanta memória. Não tem a dureza, a poesia de Cínthya prefere, apesar do cinza, do tempo que pode ser temporal, a beleza, a essência do aço em flor.
Cínthya prefere – é isso, na maioria das vezes, é muito bom – a concisão para explorar o máximo que sobra, que explode de cada situação, de cada coisa que pulsa. A poeta reduz para melhor atingir, para tocar com mãos de gente o essencial. Que pode ser fogo, que pode ser água. A poesia de Cínthya é bonita, pois vem do trovão e é feita de flashes. Quase todos os poemas são carregados de uma luminosidade que atinge o simples, que chega a ser suficiente.
Se ela se desdobra para mostrar uma visão um tanto sombria do mundo, também é verdade que a poeta gaúcha não deixa de lado o essencial para a feitura do bolo, do poema. Cínthya, com ternura, é cheia de zelo, gosta de silêncios que, aos poucos, vão se transformando, pura alquimia, para ganhar cores e nomes. Raivas, nostalgias, melancolia, fracassos, diferenças. Não são apenas palavras. Tudo é o que parece ser, quando entra a faca do verso, que amplia o choque, que não coagula alma e sentimento.
Os poemas de Constantina têm algo de sol e lua, têm algo de terra que suja a face. Cínthya adianta para o novo o seu processo de lucidez e o faz de forma lúdica, fato que empresta aos poemas frescor e qualidade. Se a poeta respeita a página em branco, também pode ser verdade que ela retira, apesar de todas as sombras acima citadas, qualquer peso que porventura se sobreponha ao ato de escrever.
“Jogo no fogo/ a ver o que sobra/ o que fica sou eu.” Certas coisas são incomunicáveis: “Não entrego/ minha solidão/ nem a mim mesma”. Maior que o feio, existem beijos inesquecíveis. Os poemas de Constantina carregam densidades, mas trazem neste balaio estranho asas e ares de pura leveza, apesar da dureza, do cimento que insiste em versos como estes: “Me descalço de graça/ preciso sangrar os pés/ finos e magros/ vejo as vidraças da pele/ eu me desfaço a pedradas/ entre as veias”.
Não é preciso dizer mais. Cínthya, dentro do rude, contra malefícios, mentiras, murros, parece que insiste e prefere a suavidade. Sensível, bela, ela sacou que “só a música me enxerga”. Partida, abrindo-se à força, sempre partindo, indo para outras estações, a poeta vai de encontro aos contrários da vida. “As palavras não doem/ mais do que um soco.” Mas a vida dá voltas e voltas. De boba, Cínthya não tem nada: “Planejo mirabolâncias sangrentas”. A poeta, se não despreza, contenta-se: “Só me reconheço/ com pouco”.
CONSTANTINA
Lançamento do livro de Cínthya Verri, hoje, às 11h, na Livraria e Editora Scriptum (Rua Fernandes Tourinho, 99, Savassi).
Informações: (31) 3223-1789.
Lançamento do livro de Cínthya Verri, hoje, às 11h, na Livraria e Editora Scriptum (Rua Fernandes Tourinho, 99, Savassi).
Informações: (31) 3223-1789.
SAIBA MAIS
Talentos plurais
Natural de Constantina e radicada em Porto Alegre, Cínthya Verri, de 31 anos, é médica e mantém um quadro semanal chamado “Quase perfeito” na Rádio Gaúcha, além de colaborar com crônicas nas rádios Ipanema e Elétrica. Compositora, cantora, desenhista, blogueira, prepara um especial de músicas homenageando o artista francês Serge Gainsbourg.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Tânia Carvalho entrevista: Cínthya Verri e Roberto Azambuja
Hoje, ao vivo no programa Falando:
Um programa que aborda a obesidade de um modo inusitado e diferente: que o gordo não tenha vergonha de ser gordo. Aceitação longe da culpa. Sem fingir magreza ou atender estereótipos.
Tânia Carvalho, eu e Roberto Azambuja conversaremos sobre Comida, Culpa, Responsabilidade e otras cositas más.
Assista na TVCOM às 18h canal 36 ou
na internet no Link para o frame do "ao vivo na TVCOM":
clique aqui
(não é o vídeo)
sexta-feira, 10 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Resultado do Polêmica: ouça o programa de 03 de abril de 2009 - Rádio Gaúcha
Pesquisa inglesa constata: os homens são mais fofoqueiros do que as mulheres.
Você concorda?
Não - 47%
Total de ligações: 188
Você concorda?
Não - 47%
Total de ligações: 188
Polêmica: 03 de abril de 2009 - das 9h e 30min às 11h na Rádio Gaúcha
Rádio Gaúcha FM93,7+AM600
Segue abaixo a pergunta do programa de amanhã, sobre o trote universitário.
Pesquisa inglesa constata: os homens são mais fofoqueiros do que as mulheres.
Você concorda?
SIM - 32.99.26.01
ou ou NÃO -32.99.26.02
MATÉRIA BBC:
Homens fofocam mais que mulheres, diz estudo
Pesquisa mostra que eles se sentem mais enturmados quando participam de conversas.
Homens passam mais tempo de seu dia fofocando do que as mulheres, segundo uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.
O estudo do instituto de pesquisas Onepoll indica que eles passam uma média de 76 minutos diários conversando sobre amenidades com amigos e colegas de trabalho, comparado a 52 minutos gastos pelas mulheres.
Entre os assuntos favoritos dos homens estão as peripécias de amigos bêbados e os dos tempos de escola, e as histórias em torno da mulher mais bonita do escritório.
Já as mulheres preferem passar o tempo reclamando de outras mulheres, falando da vida sexual dos conhecidos e comentando sobre o peso das amigas.
Mais que sexo
O OnePoll entrevistou 5 mil pessoas pela internet.
Ele descobriu que os homens fofocam mais no escritório, enquanto as mulheres preferem fazer isso em casa.
Cerca de 30% dos homens disseram ficar mais felizes quando conversam com os colegas de trabalho, e 58% deles admitem que fofocar o faz se sentirem "enturmados".
Outros 31% confessaram gostar mais de fofocar com as parceiras do que fazer sexo.
"Esta pesquisa prova que os homens são piores que as mulheres", disse um representante do Onepoll. "Eles adoram um pouco de escândalo e vão fazer qualquer coisa para ser o centro das atenções dos colegas."
Entre as mulheres, mais da metade das entrevistadas disse que conversam frequentemente sobre suas vidas pessoais com as amigas.
Elas também tendem a comentar mais sobre as celebridades do que os homens, que são mais influenciados pelos assuntos do trabalho.
"Mesmo fofocando sobre coisas diferentes, homens e mulheres concordam que conversar com amigos, colegas e parceiros os ajuda a se sentir mais à vontade", disse o representante da Onepoll.
segunda-feira, 9 de março de 2009
Tânia Carvalho entrevista: Cínthya Verri e Ana Guedes
Hoje, ao vivo no programa Falando:
Tânia Carvalho, eu e Ana Guedes conversaremos sobre Amor Próprio, Culpa e otras cositas más.
Assista na TVCOM às 18h canal 36 ou na internet no Link para o frame do "ao vivo na TVCOM":
clique aqui
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