quarta-feira, 8 de agosto de 2012

[DRnaTV] Brigas e Sexo


Programa exibido na TVCOM dia 07.08.2012.

Cinthya Verri e Fabrício Carpinejar libertam o corpo no TVCOM Tudo Mais

Acompanhe ao vivo nas terças-feiras | 21h | canal 36 UHF/NET ou online http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?contentID=1636&channel=41&uf=1&tipoVivo=1

Saiba das novidades curtindo
http://www.facebook.com/drnatv



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

[DrnaTV] Dia do Orgasmo

Programa exibido na TVCOM dia 31.07.2012.

Cinthya Verri e Fabrício Carpinejar libertam o corpo no TVCOM Tudo Mais

Acompanhe ao vivo nas terças-feiras | 21h | canal 36 UHF/NET ou online http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?contentID=1636&channel=41&uf=1&tipoVivo=1

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domingo, 5 de agosto de 2012

[Quase Perfeito] NUNCA NAMOREI


Arte de Cínthya Verri

“Olá, Boa tarde! Sou estudante e tenho 29 anos. Nunca tive namorado, vivo apaixonada por um ou outro, mas sempre platonicamante, nada de concreto. Até rola uns amassos, beijos na balada, mas nada além disso, sei que sou um pouco exigente em relação a homens, não saio com qualquer um. Mas me considero uma pessoa "liberal", não gosto de hipocrisia. Será que o problema é comigo? Beijo Stephane”

Querida Stephane,

Não noto nenhum problema, vejo que você absolutamente não deseja namorar. Não é exigente, mas excludente. Exigente é o que avalia as possibilidades e tenta, mas você descarta as hipóteses antes de experimentar.

A paixão platônica é um modo de manter o desejo ocupado e não ser importunada pelos apelos da realidade. Como deseja um sujeito em sua imaginação, não pode se interessar por um homem próximo. É uma fidelidade de faz-de-conta, que elimina o trabalho de conhecer alguém de verdade. 

Namoro é ensaio, é pisar no pé para roçar as pernas, chutar o ar para criar nova dança, é cometer gafes e rir e se atrapalhar. Todo apaixonado é gago, confuso, estranho, de péssimo desempenho social. O amor vai perdoando o nervosismo pela vontade de aprender diferente.

Para que aconteça o namoro, deve errar. O primeiro passo para namorar é fracassar, desativar os alarmes de proteção, esquecer o que sabia sobre o amor. Por isso as bebedeiras são os melhores cupidos.

Namorar é oferecer a chance para aquele que não atende às nossas expectativas. É romper a idealização e ampliar nossa curiosidade sobre o mundo.

Enquanto esperar o par de fábrica, Cinderela, ficará descalça.

Mas entendo que sua rejeição é preventiva. Tem medo da avaliação alheia. Não se gosta, não se acha ideal e acredita que qualquer um sentirá a mesma aversão. 

Aceita ficar na balada desde que não desenvolva amizade no dia seguinte. Elimina o contato para não ser recusada depois. Você, certamente, não deseja namorar consigo.

A pergunta é outra: o que considera em si abominável a ponto de fugir da convivência amorosa?

Abraço com todo afeto,
Fabrício Carpinejar










Querida Stephane,

Na hora da sentença, como era seu mórbido costume, o General Persa ordenou que o espião fosse trazido para conversa reservada:

— O que quer: a porta preta ou o esquadrão de fogo?

O prisioneiro hesitou, mas logo disse que preferiria o esquadrão de fogo.

Tiros indicaram que a sentença fora cumprida.  O ajudante questionou:

— O que existe atrás da porta preta?
— A liberdade — respondeu o general —e poucos foram os homens que a escolheram.

Que bonito, Stephane, que se abra para falar conosco. Isso, por si só, mostra sua curiosidade em paquerar com novas possibilidades.

Mas querida, cada um tem seu conceito do que é ser liberal. Quase três décadas de sua vida se passaram e ainda não teve nenhuma relação física importante com alguém. Claro que selecionar pode fazer diferença, mas talvez esteja passando do ponto. Desconfiar é tão legítimo quanto confiar em si.

Com essa peneira tão fina, acaba fechando a luminosidade. Você está se privando de experiências enriquecedoras. Não que seja essencial, veja por você mesma, a vida continua. Mas é certo que a intimidade nos ensina muito.

Será que esse não é um jeito de se tornar especial — enquanto todos se estrebucham em atritos e confusões emocionais, você paira sobre a nuvem, intacta, voando no tapete mágico do amor platônico?

É possível que essas paixões nunca tenham avançado, não por sua desconfiança sobre os parceiros, mas pela incerteza sobre a sua própria capacidade de amar.

É uma abertura diferente daquelas que você já experimentou, inclusive sexualmente. Talvez essa entrega ainda dependa de querer a liberdade a dois. Amar é a coragem de desconhecer.

Beijos meus,
Cínthya Verri
Publicado no jornal Zero Hora
Coluna semanal, Caderno Donna, p. 6
Porto Alegre (RS), 05/08/2012 Edição N° 17152

Preservamos a identidade do remetente com nome fictício.
Nossos palpites amorosos não substituem consulta, terapia, exorcismo e qualquer tratamento técnico.
ESCREVA PARA colunaquaseperfeito@gmail.com

[Quase Perfeito] NUNCA NAMOREI


Arte de Cínthya Verri

“Olá, Boa tarde! Sou estudante e tenho 29 anos. Nunca tive namorado, vivo apaixonada por um ou outro, mas sempre platonicamante, nada de concreto. Até rola uns amassos, beijos na balada, mas nada além disso, sei que sou um pouco exigente em relação a homens, não saio com qualquer um. Mas me considero uma pessoa "liberal", não gosto de hipocrisia. Será que o problema é comigo? Beijo Stephane”

Querida Stephane,

Não noto nenhum problema, vejo que você absolutamente não deseja namorar. Não é exigente, mas excludente. Exigente é o que avalia as possibilidades e tenta, mas você descarta as hipóteses antes de experimentar.

A paixão platônica é um modo de manter o desejo ocupado e não ser importunada pelos apelos da realidade. Como deseja um sujeito em sua imaginação, não pode se interessar por um homem próximo. É uma fidelidade de faz-de-conta, que elimina o trabalho de conhecer alguém de verdade. 

Namoro é ensaio, é pisar no pé para roçar as pernas, chutar o ar para criar nova dança, é cometer gafes e rir e se atrapalhar. Todo apaixonado é gago, confuso, estranho, de péssimo desempenho social. O amor vai perdoando o nervosismo pela vontade de aprender diferente.

Para que aconteça o namoro, deve errar. O primeiro passo para namorar é fracassar, desativar os alarmes de proteção, esquecer o que sabia sobre o amor. Por isso as bebedeiras são os melhores cupidos.

Namorar é oferecer a chance para aquele que não atende às nossas expectativas. É romper a idealização e ampliar nossa curiosidade sobre o mundo.

Enquanto esperar o par de fábrica, Cinderela, ficará descalça.

Mas entendo que sua rejeição é preventiva. Tem medo da avaliação alheia. Não se gosta, não se acha ideal e acredita que qualquer um sentirá a mesma aversão. 

Aceita ficar na balada desde que não desenvolva amizade no dia seguinte. Elimina o contato para não ser recusada depois. Você, certamente, não deseja namorar consigo.

A pergunta é outra: o que considera em si abominável a ponto de fugir da convivência amorosa?

Abraço com todo afeto,
Fabrício Carpinejar










Querida Stephane,

Na hora da sentença, como era seu mórbido costume, o General Persa ordenou que o espião fosse trazido para conversa reservada:

— O que quer: a porta preta ou o esquadrão de fogo?

O prisioneiro hesitou, mas logo disse que preferiria o esquadrão de fogo.

Tiros indicaram que a sentença fora cumprida.  O ajudante questionou:

— O que existe atrás da porta preta?
— A liberdade — respondeu o general —e poucos foram os homens que a escolheram.

Que bonito, Stephane, que se abra para falar conosco. Isso, por si só, mostra sua curiosidade em paquerar com novas possibilidades.

Mas querida, cada um tem seu conceito do que é ser liberal. Quase três décadas de sua vida se passaram e ainda não teve nenhuma relação física importante com alguém. Claro que selecionar pode fazer diferença, mas talvez esteja passando do ponto. Desconfiar é tão legítimo quanto confiar em si.

Com essa peneira tão fina, acaba fechando a luminosidade. Você está se privando de experiências enriquecedoras. Não que seja essencial, veja por você mesma, a vida continua. Mas é certo que a intimidade nos ensina muito.

Será que esse não é um jeito de se tornar especial — enquanto todos se estrebucham em atritos e confusões emocionais, você paira sobre a nuvem, intacta, voando no tapete mágico do amor platônico?

É possível que essas paixões nunca tenham avançado, não por sua desconfiança sobre os parceiros, mas pela incerteza sobre a sua própria capacidade de amar.

É uma abertura diferente daquelas que você já experimentou, inclusive sexualmente. Talvez essa entrega ainda dependa de querer a liberdade a dois. Amar é a coragem de desconhecer.

Beijos meus,
Cínthya Verri
Publicado no jornal Zero Hora
Coluna semanal, Caderno Donna, p. 6
Porto Alegre (RS), 05/08/2012 Edição N° 17152

Preservamos a identidade do remetente com nome fictício.
Nossos palpites amorosos não substituem consulta, terapia, exorcismo e qualquer tratamento técnico.
ESCREVA PARA colunaquaseperfeito@gmail.com

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CVExplica Nelson Rodrigues

Venha conversar sobre o universo Rodrigueano com Cínthya Verri no CVExplica.

Com a coleção Nelson Rodrigues

ouça o audio aqui


CVExplica: sua sessão imperdível de explicações fundamentais na Rádio Elétrica.



CVExplica [+ou- 21h], quintas, na Rádio Elétrica
participe ao vivo no msn/email cvexplica@hotmail.com
add Skype CVExplica

[Ilustra para Vida Breve] FILHO DA PECHINCHA




Eu não durmo no avião. Cochilo com olho aberto e outro tremendo. Os cílios são cadarços desamarrados.

Estou em vigília pelo lanchinho. Mesmo que seja somente um copo de água ou um refrigerante. Mesmo que seja bolacha de sal e tablete de manteiga. Mereço, e não abro mão. Paguei, e quero cada fone de ouvido, cada torrão de açúcar que seja oferecido.

Siga lendo o texto de Fabrício Carpinejar aqui





terça-feira, 31 de julho de 2012

[Crônica Minuto] Dia do Orgasmo — Especial para Mulheres.

Especial para mulheres. Você, homem, vá assistir outra coisa. ;)

As crônicas faladas passaram para a rádio.
Por isso, gravo aqui a Crônica Minuto, para que você não perca nenhum tema.

domingo, 29 de julho de 2012

AMORÔMETRO: APARELHO PARA MEDIR O AMOR


Arte de Cínthya Verri

“Olá. A relação tem oito meses e ele não quer nada sério, não muda, é fechado, não se abre. Parece que me quer num potinho para ninguém ficar comigo e me ter quando quiser. A gente vai e volta, não avança o compromisso. Termino de vez? Beijo Sissa.”

Querida Sissa,


Só a morte é séria. O amor é para ser divertido. Ele tem todo o direito de ser reservado. Não é do feitio dele se derramar ou fazer retrospectiva. Integra o plantel dos tímidos que amam amar e odeiam falar sobre amor – traumatizados pela conversa séria de porta fechada dos pais e do SOE.

Não significa que ele não se importa com o relacionamento, tampouco que despreza seus conselhos.

Desabafa de outro jeito: talvez saindo com os amigos, vendo futebol, jogando PlayStation, cozinhando ou dançando.

Não é somente num papo que confessamos os problemas. O corpo é sábio o suficiente para encontrar seu próprio modo de exorcizar as tristezas.

Não pode exigir que se comporte à sua imagem e semelhança e tome atitudes definitivas.

O namorado vem sendo honesto, procurando experimentar a alegria e comunicar as descobertas provisórias. Não está lhe enganando: realmente estão se conhecendo. A insatisfação permanente – vive “terminando de terminar” – estraga a convivência. Sequestra os dias exigindo a eternidade como resgate.

Há uma projeção de vontades. É você que deseja colocá-lo no potinho, para não ter que disputá-lo. O medo de ser aprisionado é disfarce do carcereiro. Transformou seu namorado num bonsai, concentrando suas forças para podá-lo e garantir o absoluto controle das raízes, da sombra e da água.  Cautela: bonsai perece pelo excesso de cuidado.

O que ele oferece já é necessário para seguir adiante: a vontade de dar certo. A felicidade é efêmera.  Pense menos, deseje mais.

Abraço com toda ternura,
Fabrício Carpinejar







Querida Sissa,


Era uma vez uma senhora. Ela tinha uma galinha que botava ovos de ouro. Seu neto sempre lhe dizia:
– Vovó, como pode esperar pelos míseros ovos desta galinha? Se põe ovos de ouro é provável que seja toda de ouro por dentro. Vamos matá-la.

A velhinha hesitou, mas por fim, dissuadida, concordou. Morta a galinha, era por dentro normal como todas as galinhas.

Sissa, querida, que bonito ver seu gostar e que insiste com coragem. Oito meses não é pouco: sendo ele sério, fechado, ao lhe procurar, só o faz por querer. Isso precisa ser considerado. Um homem assim não bajula.

Algumas pessoas são derramadas, outras contidas. Não ama menos quem diz menos. Não existe um amorômetro.

Quem é mais falante tende a acreditar que sente mais, e que o outro está em dívida. Espera por ele. Como o ritmo dele é diferente, parece que há constrangimento ou sobreposição. Mas, ao mesmo tempo, será que não quer impor o seu ritmo a ele? Queria ter a batuta e ditar os compassos? Você escreveu uma síntese do jeito dele. É interessante que pense sobre o seu temperamento.

Procure conhecê-lo mais. Pode inventar um diálogo na frente dele onde diz as suas falas e as dele.  Depois pergunte o que acertou e o que errou.

É comum termos medo de sermos generosos e confundir com submissão. É uma paranoia do desperdício. Mas no relacionamento nunca estamos para ganhar: é o momento de doação. A alegria de amar está na oferta.

Você arrebentou os laços que tinha imaginando que na saudade ele seria todo de ouro por dentro. O amor não tolera a ganância.

Beijos meus,
Cínthya Verri


Publicado no jornal Zero Hora
Coluna semanal, Caderno Donna, p. 6
Porto Alegre (RS), 29/07/2012 Edição N° 17145

Preservamos a identidade do remetente com nome fictício.
Nossos palpites amorosos não substituem consulta, terapia, exorcismo e qualquer tratamento técnico.
ESCREVA PARA colunaquaseperfeito@gmail.com

AMORÔMETRO: APARELHO PARA MEDIR O AMOR


Arte de Cínthya Verri

“Olá. A relação tem oito meses e ele não quer nada sério, não muda, é fechado, não se abre. Parece que me quer num potinho para ninguém ficar comigo e me ter quando quiser. A gente vai e volta, não avança o compromisso. Termino de vez? Beijo Sissa.”

Querida Sissa,


Só a morte é séria. O amor é para ser divertido. Ele tem todo o direito de ser reservado. Não é do feitio dele se derramar ou fazer retrospectiva. Integra o plantel dos tímidos que amam amar e odeiam falar sobre amor – traumatizados pela conversa séria de porta fechada dos pais e do SOE.

Não significa que ele não se importa com o relacionamento, tampouco que despreza seus conselhos.

Desabafa de outro jeito: talvez saindo com os amigos, vendo futebol, jogando PlayStation, cozinhando ou dançando.

Não é somente num papo que confessamos os problemas. O corpo é sábio o suficiente para encontrar seu próprio modo de exorcizar as tristezas.

Não pode exigir que se comporte à sua imagem e semelhança e tome atitudes definitivas.

O namorado vem sendo honesto, procurando experimentar a alegria e comunicar as descobertas provisórias. Não está lhe enganando: realmente estão se conhecendo. A insatisfação permanente – vive “terminando de terminar” – estraga a convivência. Sequestra os dias exigindo a eternidade como resgate.

Há uma projeção de vontades. É você que deseja colocá-lo no potinho, para não ter que disputá-lo. O medo de ser aprisionado é disfarce do carcereiro. Transformou seu namorado num bonsai, concentrando suas forças para podá-lo e garantir o absoluto controle das raízes, da sombra e da água.  Cautela: bonsai perece pelo excesso de cuidado.

O que ele oferece já é necessário para seguir adiante: a vontade de dar certo. A felicidade é efêmera.  Pense menos, deseje mais.

Abraço com toda ternura,
Fabrício Carpinejar







Querida Sissa,


Era uma vez uma senhora. Ela tinha uma galinha que botava ovos de ouro. Seu neto sempre lhe dizia:
– Vovó, como pode esperar pelos míseros ovos desta galinha? Se põe ovos de ouro é provável que seja toda de ouro por dentro. Vamos matá-la.

A velhinha hesitou, mas por fim, dissuadida, concordou. Morta a galinha, era por dentro normal como todas as galinhas.

Sissa, querida, que bonito ver seu gostar e que insiste com coragem. Oito meses não é pouco: sendo ele sério, fechado, ao lhe procurar, só o faz por querer. Isso precisa ser considerado. Um homem assim não bajula.

Algumas pessoas são derramadas, outras contidas. Não ama menos quem diz menos. Não existe um amorômetro.

Quem é mais falante tende a acreditar que sente mais, e que o outro está em dívida. Espera por ele. Como o ritmo dele é diferente, parece que há constrangimento ou sobreposição. Mas, ao mesmo tempo, será que não quer impor o seu ritmo a ele? Queria ter a batuta e ditar os compassos? Você escreveu uma síntese do jeito dele. É interessante que pense sobre o seu temperamento.

Procure conhecê-lo mais. Pode inventar um diálogo na frente dele onde diz as suas falas e as dele.  Depois pergunte o que acertou e o que errou.

É comum termos medo de sermos generosos e confundir com submissão. É uma paranoia do desperdício. Mas no relacionamento nunca estamos para ganhar: é o momento de doação. A alegria de amar está na oferta.

Você arrebentou os laços que tinha imaginando que na saudade ele seria todo de ouro por dentro. O amor não tolera a ganância.

Beijos meus,
Cínthya Verri


Publicado no jornal Zero Hora
Coluna semanal, Caderno Donna, p. 6
Porto Alegre (RS), 29/07/2012 Edição N° 17145

Preservamos a identidade do remetente com nome fictício.
Nossos palpites amorosos não substituem consulta, terapia, exorcismo e qualquer tratamento técnico.
ESCREVA PARA colunaquaseperfeito@gmail.com

Ilustra [Quase Perfeito


sexta-feira, 27 de julho de 2012

CVExplica #DiaDoEscritor

O CVExplica solta o verbo no dia do Escritor e presta sua homenagem a alguns artistas da letra.

Jackie Kay assinando o livro da FLIP


CVExplica: sua sessão imperdível de explicações fundamentais na Rádio Elétrica.

do programa de hoje

CVExplica [+ou- 21h], quintas, na Rádio Elétrica
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EU TE DISSE

Entro na cozinha de manhã. Quer dizer, entro na cozinha às 11h, que é toda a minha manhã. As ondas de calor desde a porta já me avisavam q...