sexta-feira, 10 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
Escrita Livre
Amarelo parede da infância
Cachaça de arder a garrafa
O fogo prende os cabelos grisalhos
Vidro fechado escancara
Rãs e ratos
Na porta da casa de praia
Uma e meia
O silêncio do pai
Oxida no barro
Fui eu
Nove vidas na ausência
O corpo esquartejado com andorinhas
Respiro para não enlouquecer
O vão que não tenho entre as coxas
O que sai de tuas narinas
Tudo outra vez
Nunca entendeu que somos duas pessoas
No carro, de mãos dadas
No gancho mora o cinto
Para quem dobro meu corpo
A tiavó era de madeira
Um lento patchouli
Meiodia a dormir em pregos
A insônia é jamais
Sordidez é ajuda
No duplo suicídio
Se cumpre o sono invertido
A luz fratura o osso e
Surge um par de sinusites
Pedi perdão para mim,
quando me deixei
Minha música, a repetição
O inferno, a sobreposição
Espuma é doença e miasma
Dentro do logro materno
A noite balança e passa
Cachaça de arder a garrafa
O fogo prende os cabelos grisalhos
Vidro fechado escancara
Rãs e ratos
Na porta da casa de praia
Uma e meia
O silêncio do pai
Oxida no barro
Fui eu
Nove vidas na ausência
O corpo esquartejado com andorinhas
Respiro para não enlouquecer
O vão que não tenho entre as coxas
O que sai de tuas narinas
Tudo outra vez
Nunca entendeu que somos duas pessoas
No carro, de mãos dadas
No gancho mora o cinto
Para quem dobro meu corpo
A tiavó era de madeira
Um lento patchouli
Meiodia a dormir em pregos
A insônia é jamais
Sordidez é ajuda
No duplo suicídio
Se cumpre o sono invertido
A luz fratura o osso e
Surge um par de sinusites
Pedi perdão para mim,
quando me deixei
Minha música, a repetição
O inferno, a sobreposição
Espuma é doença e miasma
Dentro do logro materno
A noite balança e passa
Escrita Livre
Amarelo parede da infância
Cachaça de arder a garrafa
O fogo prende os cabelos grisalhos
Vidro fechado escancara
Rãs e ratos
Na porta da casa de praia
Uma e meia
O silêncio do pai
Oxida no barro
Fui eu
Nove vidas na ausência
O corpo esquartejado com andorinhas
Respiro para não enlouquecer
O vão que não tenho entre as coxas
O que sai de tuas narinas
Tudo outra vez
Nunca entendeu que somos duas pessoas
No carro, de mãos dadas
No gancho mora o cinto
Para quem dobro meu corpo
A tiavó era de madeira
Um lento patchouli
Meiodia a dormir em pregos
A insônia é jamais
Sordidez é ajuda
No duplo suicídio
Se cumpre o sono invertido
A luz fratura o osso e
Surge um par de sinusites
Pedi perdão para mim,
quando me deixei
Minha música, a repetição
O inferno, a sobreposição
Espuma é doença e miasma
Dentro do logro materno
A noite balança e passa
Cachaça de arder a garrafa
O fogo prende os cabelos grisalhos
Vidro fechado escancara
Rãs e ratos
Na porta da casa de praia
Uma e meia
O silêncio do pai
Oxida no barro
Fui eu
Nove vidas na ausência
O corpo esquartejado com andorinhas
Respiro para não enlouquecer
O vão que não tenho entre as coxas
O que sai de tuas narinas
Tudo outra vez
Nunca entendeu que somos duas pessoas
No carro, de mãos dadas
No gancho mora o cinto
Para quem dobro meu corpo
A tiavó era de madeira
Um lento patchouli
Meiodia a dormir em pregos
A insônia é jamais
Sordidez é ajuda
No duplo suicídio
Se cumpre o sono invertido
A luz fratura o osso e
Surge um par de sinusites
Pedi perdão para mim,
quando me deixei
Minha música, a repetição
O inferno, a sobreposição
Espuma é doença e miasma
Dentro do logro materno
A noite balança e passa
domingo, 5 de abril de 2009
Do Boicote
A família prescreve que é bom que se atenda a um concurso público. O indivíduo também pensa assim. Apesar de inteligente e estudioso, por mais que se dedique, não consegue a vaga.
O empregado que desconhece a pontualidade no emprego, não sabe o que acontece – apenas não acorda.
O marido que mais uma vez esqueceu o aniversário de casamento.
A mulher que simplesmente não consegue deixar de comer pizza durante sua dieta – não consegue emagrecer.
A tudo isso, ao exercício da vontade não-autorizada, chama-se boicote: é assim que ele passa a ser o agente. O insucesso ganha uma origem que, mesmo sendo obscura, isenta o fracassado. A vitimização é a maneira de tornar legítima a falta de responsabilidade sobre os fatos.
Ter medo do boicote é crer numa entidade maléfica própria que impedirá as boas intenções. Isso não é verdade. A desautorização acontece pela falta de liberdade de pensamento; pela amizade pobre do sujeito consigo mesmo; pela avaliação de vontades através de critérios. Em suma: é a arrogância de quem julga o que deveria estar sendo desejado e o que não deveria.
Cumprir um desejo sem assumi-lo não ajudará sua execução. Ele sairá mal acabado, improvisado e sem compositor. Os rascunhos também devem ser assinados.
Consideração no tratamento é, antes de tudo, assumir que a pessoa atendida é a guia; e não o desejo de quem a atende - o que o terapeuta imagina para ela. Ainda, é saber que a moralidade não pode superar a ética; que a realidade é imperadora. Caso contrário, será chamado boicote sempre que alguém age diferentemente do que se espera. É não perceber o que foi satisfeito.
A Resistência ao Tratamento, por exemplo, que alguns chamam boicote da terapia, por este prisma, fica assim:
quando quer melhorar, a pessoa aprende a dançar com seu terapeuta. Quando quer e não quer ao mesmo tempo, dribla. Quando não quer, abandona.
Ver é mais importante que ouvir.
Ajudar a assumir o que faz é a estrada principal de qualquer tratamento. Capaz de inventar-se, a pessoa assume suas vontades. Faz o que quer – inclusive não cumprir o desejo. Ela se habilita a tentar ser o que é da melhor maneira que conseguir.
Boicote não existe. Existe um querer que não se aceita; que não se oferece defesa, que não se ajeita raciocínio ou desenvolve pensamento. O desejo precisa de olhos emprestados. Com o peso do receio, qualquer apetite naufraga na sombra e é compelido a tatear seu caminho para o exterior.
O empregado que desconhece a pontualidade no emprego, não sabe o que acontece – apenas não acorda.
O marido que mais uma vez esqueceu o aniversário de casamento.
A mulher que simplesmente não consegue deixar de comer pizza durante sua dieta – não consegue emagrecer.
A tudo isso, ao exercício da vontade não-autorizada, chama-se boicote: é assim que ele passa a ser o agente. O insucesso ganha uma origem que, mesmo sendo obscura, isenta o fracassado. A vitimização é a maneira de tornar legítima a falta de responsabilidade sobre os fatos.
Ter medo do boicote é crer numa entidade maléfica própria que impedirá as boas intenções. Isso não é verdade. A desautorização acontece pela falta de liberdade de pensamento; pela amizade pobre do sujeito consigo mesmo; pela avaliação de vontades através de critérios. Em suma: é a arrogância de quem julga o que deveria estar sendo desejado e o que não deveria.
Cumprir um desejo sem assumi-lo não ajudará sua execução. Ele sairá mal acabado, improvisado e sem compositor. Os rascunhos também devem ser assinados.
Consideração no tratamento é, antes de tudo, assumir que a pessoa atendida é a guia; e não o desejo de quem a atende - o que o terapeuta imagina para ela. Ainda, é saber que a moralidade não pode superar a ética; que a realidade é imperadora. Caso contrário, será chamado boicote sempre que alguém age diferentemente do que se espera. É não perceber o que foi satisfeito.
A Resistência ao Tratamento, por exemplo, que alguns chamam boicote da terapia, por este prisma, fica assim:
quando quer melhorar, a pessoa aprende a dançar com seu terapeuta. Quando quer e não quer ao mesmo tempo, dribla. Quando não quer, abandona.
Ver é mais importante que ouvir.
Ajudar a assumir o que faz é a estrada principal de qualquer tratamento. Capaz de inventar-se, a pessoa assume suas vontades. Faz o que quer – inclusive não cumprir o desejo. Ela se habilita a tentar ser o que é da melhor maneira que conseguir.
Boicote não existe. Existe um querer que não se aceita; que não se oferece defesa, que não se ajeita raciocínio ou desenvolve pensamento. O desejo precisa de olhos emprestados. Com o peso do receio, qualquer apetite naufraga na sombra e é compelido a tatear seu caminho para o exterior.
Do Boicote
A família prescreve que é bom que se atenda a um concurso público. O indivíduo também pensa assim. Apesar de inteligente e estudioso, por mais que se dedique, não consegue a vaga.
O empregado que desconhece a pontualidade no emprego, não sabe o que acontece – apenas não acorda.
O marido que mais uma vez esqueceu o aniversário de casamento.
A mulher que simplesmente não consegue deixar de comer pizza durante sua dieta – não consegue emagrecer.
A tudo isso, ao exercício da vontade não-autorizada, chama-se boicote: é assim que ele passa a ser o agente. O insucesso ganha uma origem que, mesmo sendo obscura, isenta o fracassado. A vitimização é a maneira de tornar legítima a falta de responsabilidade sobre os fatos.
Ter medo do boicote é crer numa entidade maléfica própria que impedirá as boas intenções. Isso não é verdade. A desautorização acontece pela falta de liberdade de pensamento; pela amizade pobre do sujeito consigo mesmo; pela avaliação de vontades através de critérios. Em suma: é a arrogância de quem julga o que deveria estar sendo desejado e o que não deveria.
Cumprir um desejo sem assumi-lo não ajudará sua execução. Ele sairá mal acabado, improvisado e sem compositor. Os rascunhos também devem ser assinados.
Consideração no tratamento é, antes de tudo, assumir que a pessoa atendida é a guia; e não o desejo de quem a atende - o que o terapeuta imagina para ela. Ainda, é saber que a moralidade não pode superar a ética; que a realidade é imperadora. Caso contrário, será chamado boicote sempre que alguém age diferentemente do que se espera. É não perceber o que foi satisfeito.
A Resistência ao Tratamento, por exemplo, que alguns chamam boicote da terapia, por este prisma, fica assim:
quando quer melhorar, a pessoa aprende a dançar com seu terapeuta. Quando quer e não quer ao mesmo tempo, dribla. Quando não quer, abandona.
Ver é mais importante que ouvir.
Ajudar a assumir o que faz é a estrada principal de qualquer tratamento. Capaz de inventar-se, a pessoa assume suas vontades. Faz o que quer – inclusive não cumprir o desejo. Ela se habilita a tentar ser o que é da melhor maneira que conseguir.
Boicote não existe. Existe um querer que não se aceita; que não se oferece defesa, que não se ajeita raciocínio ou desenvolve pensamento. O desejo precisa de olhos emprestados. Com o peso do receio, qualquer apetite naufraga na sombra e é compelido a tatear seu caminho para o exterior.
O empregado que desconhece a pontualidade no emprego, não sabe o que acontece – apenas não acorda.
O marido que mais uma vez esqueceu o aniversário de casamento.
A mulher que simplesmente não consegue deixar de comer pizza durante sua dieta – não consegue emagrecer.
A tudo isso, ao exercício da vontade não-autorizada, chama-se boicote: é assim que ele passa a ser o agente. O insucesso ganha uma origem que, mesmo sendo obscura, isenta o fracassado. A vitimização é a maneira de tornar legítima a falta de responsabilidade sobre os fatos.
Ter medo do boicote é crer numa entidade maléfica própria que impedirá as boas intenções. Isso não é verdade. A desautorização acontece pela falta de liberdade de pensamento; pela amizade pobre do sujeito consigo mesmo; pela avaliação de vontades através de critérios. Em suma: é a arrogância de quem julga o que deveria estar sendo desejado e o que não deveria.
Cumprir um desejo sem assumi-lo não ajudará sua execução. Ele sairá mal acabado, improvisado e sem compositor. Os rascunhos também devem ser assinados.
Consideração no tratamento é, antes de tudo, assumir que a pessoa atendida é a guia; e não o desejo de quem a atende - o que o terapeuta imagina para ela. Ainda, é saber que a moralidade não pode superar a ética; que a realidade é imperadora. Caso contrário, será chamado boicote sempre que alguém age diferentemente do que se espera. É não perceber o que foi satisfeito.
A Resistência ao Tratamento, por exemplo, que alguns chamam boicote da terapia, por este prisma, fica assim:
quando quer melhorar, a pessoa aprende a dançar com seu terapeuta. Quando quer e não quer ao mesmo tempo, dribla. Quando não quer, abandona.
Ver é mais importante que ouvir.
Ajudar a assumir o que faz é a estrada principal de qualquer tratamento. Capaz de inventar-se, a pessoa assume suas vontades. Faz o que quer – inclusive não cumprir o desejo. Ela se habilita a tentar ser o que é da melhor maneira que conseguir.
Boicote não existe. Existe um querer que não se aceita; que não se oferece defesa, que não se ajeita raciocínio ou desenvolve pensamento. O desejo precisa de olhos emprestados. Com o peso do receio, qualquer apetite naufraga na sombra e é compelido a tatear seu caminho para o exterior.
sábado, 4 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Resultado do Polêmica: ouça o programa de 03 de abril de 2009 - Rádio Gaúcha
Pesquisa inglesa constata: os homens são mais fofoqueiros do que as mulheres.
Você concorda?
Não - 47%
Total de ligações: 188
Você concorda?
Não - 47%
Total de ligações: 188
Polêmica: 03 de abril de 2009 - das 9h e 30min às 11h na Rádio Gaúcha
Rádio Gaúcha FM93,7+AM600
Segue abaixo a pergunta do programa de amanhã, sobre o trote universitário.
Pesquisa inglesa constata: os homens são mais fofoqueiros do que as mulheres.
Você concorda?
SIM - 32.99.26.01
ou ou NÃO -32.99.26.02
MATÉRIA BBC:
Homens fofocam mais que mulheres, diz estudo
Pesquisa mostra que eles se sentem mais enturmados quando participam de conversas.
Homens passam mais tempo de seu dia fofocando do que as mulheres, segundo uma pesquisa realizada na Grã-Bretanha.
O estudo do instituto de pesquisas Onepoll indica que eles passam uma média de 76 minutos diários conversando sobre amenidades com amigos e colegas de trabalho, comparado a 52 minutos gastos pelas mulheres.
Entre os assuntos favoritos dos homens estão as peripécias de amigos bêbados e os dos tempos de escola, e as histórias em torno da mulher mais bonita do escritório.
Já as mulheres preferem passar o tempo reclamando de outras mulheres, falando da vida sexual dos conhecidos e comentando sobre o peso das amigas.
Mais que sexo
O OnePoll entrevistou 5 mil pessoas pela internet.
Ele descobriu que os homens fofocam mais no escritório, enquanto as mulheres preferem fazer isso em casa.
Cerca de 30% dos homens disseram ficar mais felizes quando conversam com os colegas de trabalho, e 58% deles admitem que fofocar o faz se sentirem "enturmados".
Outros 31% confessaram gostar mais de fofocar com as parceiras do que fazer sexo.
"Esta pesquisa prova que os homens são piores que as mulheres", disse um representante do Onepoll. "Eles adoram um pouco de escândalo e vão fazer qualquer coisa para ser o centro das atenções dos colegas."
Entre as mulheres, mais da metade das entrevistadas disse que conversam frequentemente sobre suas vidas pessoais com as amigas.
Elas também tendem a comentar mais sobre as celebridades do que os homens, que são mais influenciados pelos assuntos do trabalho.
"Mesmo fofocando sobre coisas diferentes, homens e mulheres concordam que conversar com amigos, colegas e parceiros os ajuda a se sentir mais à vontade", disse o representante da Onepoll.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Bazar da Baé
Bazar da Baé
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