domingo, 2 de setembro de 2007

De Novo Aniversário

O aniversário este ano, como têm sido nos últimos anos, compôs acorde com tudo o mais (ou apenas passei a ver isso).
Combinou com o frio, que esse ano está marcante e bonito: um dia nublado, um pouco chuvoso e intenso.
Teve presença enólica (inventei o termo) e isso também sintoniza. Teve trabalho, também, que é uma grande presença em minha vida.
Teve meu pai, com sua companheira e minha irmã to be.
Teve pensamentos também, anuviantes. Depois passaram. Ficou melhor ainda à noite, com o amor presente em minha vida, com rostos diferentes. Teve palhaço e bolo.
Teve presentes, conversas variadas, espalhadas alma adentro. Teve mudanças. Principalmente, mudanças. Isso é o que faz de qualquer dia, um dia vivo.
Recebi mensagens de tempos-distâncias. Recebi mensagens de agora.
A delícia é saber-me dentro de mim.
Os pesares ficam menores vistos assim. Pouco importantes. Vividos ainda, embora na sua miudez. Fica melhor o de mais valor pra mim. E é assim que eu vejo que preciso ser; e isso é bom.
Abro os olhos no meu momento - e é real, por isso é certo.
O resto fica na poeira do universo paralelo do 'e se' - que eu não conheço, nem nunca saberei.
E tudo bem.

Um comentário:

  1. Eu... Sei lá.
    Queria saber escrever o olho úmido.
    O coração apertado.
    O compasso do descompasso.
    O meu gosto por ti.
    Queria saber escrever o silêncio,
    pra te dizer Bela querida.
    que fostes além da vida
    dentro do meu querer.
    Parabéns. Beijo Neneca

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