....

domingo, 1 de março de 2009

EMBALSAMADA


(Arte: Frida Kahlo)


Não dormem esses duendes?
Planejo mirabolâncias sangrentas
Raspar, esfolar, desmembrar os mínimos
Nenhum será poupado
Corvos de roubar córneas,
Coragem e rins.
Nunca mais não existe
Diante da minha própria finitude.

3 comentários:

  1. Adorei. Estás dizendo que a finitude é o que nos torna infinitos.
    Lindo.
    Bjo!

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir